O Caso de Construção Ilegal em Cabo Greco e o Silêncio do Presidente da Câmara
Os chefes das autoridades locais de Famagusta participam no Comité Eclesiástico do Bispado de Constantia e Ammochostos, que aconselha o bispo. Esta realidade ganha novos contornos face ao recente caso de construção ilegal de um mosteiro no Cabo Greco, uma área protegida que deveria estar resguardada de tais atividades.
A participação dos líderes das autoridades locais, que também são autoridades de construção com base na lei de estradas e edificações, cria uma situação delicada. Surge a questão do conflito de interesses, especialmente quando se considera a inação do Presidente da Câmara de Ayia Napa diante da construção ilícita.
Apesar dos apelos e da necessidade de ação imediata para cessar as obras e apresentar planos para a demolição e restauração do local, a autoridade local, responsável por lei, manteve-se em silêncio. Durante duas semanas inteiras, enquanto todas as Autoridades competentes tomaram medidas drásticas, não houve qualquer declaração pública sobre o assunto por parte da autoridade integralmente responsável.
É notório que o Presidente da Câmara de Ayia Napa foi repetidamente solicitado por vários jornalistas e meios de comunicação para comentar sobre o caso, mas recusou-se a fazê-lo. A falta de resposta suscita preocupações quanto a um potencial conflito de interesses, em especial com o Presidente da Câmara de Ayia Napa, que não tomou medidas apesar dos apelos nesse sentido.
Os membros leigos do Comité Eclesiástico do Bispado de Constantia e Ammochostos são figuras conhecidas na política local e seus nomes constam no site oficial da instituição. Entre eles estão Yiannis Karousos, Dr. Symos Ioannou, Theodoros Pyrillis, Yiorgos Takkas, Andros Karagiannis, Christos Zannettou, Zina Lysandrou Panayides, Theodoros Takkas, Michalis Tziortas, Dimitrios Skaros, Adamo Hatzichristodoulou, Georgios Karoullas, Vassilios Nicolaides e Panagiotis Konstantinou.
A comunidade aguarda esclarecimentos e ações concretas que resolvam a situação atual e garantam a preservação do Cabo Greco, evitando futuros casos de construção ilegal e possíveis conflitos de interesse.




