Retirada da vacina contra a COVID-19 pela AstraZeneca
A AstraZeneca anunciou o início da retirada global da sua vacina contra a COVID-19, Vaxzevria, devido a um “excedente de vacinas atualizadas” disponíveis desde a pandemia. A farmacêutica anglo-sueca também comunicou que irá proceder com a retirada das autorizações de comercialização da Vaxzevria dentro da Europa.
Com o desenvolvimento de múltiplas vacinas variantes contra a COVID-19, a empresa destacou que isso resultou em uma diminuição da procura pela Vaxzevria, que já não está sendo fabricada ou fornecida. Relatórios da imprensa indicam que a AstraZeneca admitiu anteriormente em documentos judiciais que a vacina pode causar efeitos colaterais, como coágulos sanguíneos e contagens baixas de plaquetas.
O pedido da farmacêutica para a retirada da vacina foi feito no dia 5 de março e entrou em vigor no dia 7 de maio, conforme reportado pelo jornal The Telegraph. O Serum Institute of India (SII), que produzia a vacina da AstraZeneca sob o nome de marca Covishield, já havia interrompido a fabricação e o fornecimento das doses desde dezembro de 2021, segundo um porta-voz do SII.
Enquanto isso, a AstraZeneca, listada na bolsa de Londres, começou a se voltar para vacinas contra o vírus sincicial respiratório e medicamentos para obesidade através de vários acordos no último ano, após uma desaceleração no crescimento devido ao declínio nas vendas de medicamentos para a COVID-19.




