Na UE, Grécia, Roménia, Polónia e Bulgária têm horário de trabalho mais elevado

Os trabalhadores cipriotas trabalham mais horas do que a média europeia, com uma média de 38,5 horas por semana, segundo dados da Eurostat, o gabinete de estatísticas da UE. Em 2023, os cipriotas superaram a média da UE de 36,1 horas semanais no seu emprego principal.

Variações Significativas na UE

Existem variações significativas em todo o bloco. Na UE, a Grécia, a Roménia, a Polónia e a Bulgária têm o horário de trabalho mais elevado, enquanto os Países Baixos, a Áustria e a Alemanha têm o horário mais baixo. Especificamente, a Grécia lidera com 39,8 horas semanais, seguida pela Roménia (39,5), Polónia (39,3) e Bulgária (39,0). Em contraste, os Países Baixos registaram apenas 32,2 horas, a Áustria 33,6 e a Alemanha 34,0.

Setores de Atividade

Ao analisar os setores de atividade na UE, a agricultura, silvicultura e pesca lideram com uma média de 41,5 horas semanais. Seguem-se as indústrias extrativas (39,1) e a construção (38,9). Por outro lado, os trabalhadores domésticos registaram o menor número de horas (26,7), seguidos pela educação (31,9) e pelas artes, entretenimento e recreação (33,0).

Em Chipre, estas tendências refletem-se em certa medida. A agricultura, silvicultura e pesca lideram com 45,7 horas semanais. Surpreendentemente, os trabalhadores domésticos seguem com 44,1 horas e as indústrias extrativas com 44,0 horas. O setor da hospitalidade e serviços alimentares também registou um número elevado de horas em Chipre (42,9 contra 36,9 na UE).

Os setores que registaram menos horas de trabalho em Chipre foram a educação (33,8), outros serviços (36,1) e organizações e organismos extraterritoriais (37,3).

Os trabalhadores cipriotas trabalham mais horas do que a média europeia, com uma média de 38,5 horas por semana

Os trabalhadores cipriotas trabalham mais horas do que a média europeia, com uma média de 38,5 horas por semana?

Sim, os trabalhadores cipriotas destacam-se por sua dedicação, com uma média de 38,5 horas semanais, superando a média europeia. Este compromisso reflete-se na produtividade e resiliência da força de trabalho do Chipre, contribuindo significativamente para a economia local.

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